Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos(jogadores):
- Em verdade, em verdade vos digo; Dar-vos -ei a supertaça, o campeonato nacional, a champions, a taça da Liga e muito mais que haja para ganhar.Não dêem atenção aos andrades, porque todo o reino e glória são nossos. Mais, dar-vos-ei o céu como recompensa final, porque dos bons é o reino dos céus, ainda que não passado muito tempo, talvez, venha a ser crucificado.
E, eis que vem o primeiro round, a supertaça e levam duas batatas a zero, resultado que não interessava, segundo eles, pois trata-se de um troféu de somenos importância.
De seguida, acontece o primeiro encontro do campeonato, entre Porto e Benfica, e o resultado são uns rotundos cinco a zero. Mas eis que temos de permeio o jogo da taça no Dragão e perdemos por dois a zero, como de costume já eram os maiores, havendo, inclusivamente comentadores ( um tal Tadeia)que colocavam o F.C.P. fora da taça de Portugal. No entanto, o melhor estava para chegar, não é que os dragões,cometem a ousadia de se sagrarem campeões em pleno estádio da Luz? Quem diria? E não é que, de seguida, atrevem-se ao impensável, ou seja, eliminar os maiores em pleno estádio da luz?
Tudo isto e principalmente os últimos resultados, em tempo de dor e penitência e não bastando as cinco chagas do dragão, Jesus, é pregado na cruz, com três cravos, um em cada braço e outro nos pés, em pleno estádio da luz.
Apesar das evidências, chega-se ao inimaginável, num determinado meio de comunicação (pasquim televisivo) , com os insultos do costume, a tudo e a todos, que não alinham pela sua cartilha, de não reconhecer a competência e os méritos dos outros e tentar ocultar os seus erros e as suas incompetências.
Este comportamento, poder-se-á expressar, sucintamente, com a seguinte frase:
"Um burro, girando em volta de uma roda de um moinho percorreu cem milhas. Quando o soltaram viu que estava ainda no mesmo sítio. Há homens que percorrem grandes trajectos e não chegam a nenhum lugar"( Do Evangelho Gnóstico, Filipe, Cap. I, vers. 10, pág.38)
Friday, April 22, 2011
Wednesday, January 6, 2010
Os professores e a sua avaliação
Muito se tem discutido sobre a avaliação do desempenho dos professores.
Porém, quando se verificou que este modelo de avaliação era injusto, absurdo e, por isso, desajustado ao contexto escolar, dever-se-ia pura e simplesmente eliminá-lo e tentar elaborar um totalmente novo , como aliás, parece estar a fazer-se.
Contudo, as mentes brilhantes do ministério da Educação deste governo e, diga-se de passagem, de alguns professores, principalmente avaliadores, esta verdadeira peste, pior que a peste negra, quando matou milhões de pessoas, esta fobia avaliativa, foi desgraçadamente o que de pior podia acontecer a todos aqueles que, não olhando a meios e sacrifícios, sempre trabalharam e lutaram por uma Escola de sucesso.
Tudo isto foi muito mau para as escolas, porque o mal-estar criado pela tentativa de pôr em prática o dito modelo de avaliação continua, uma vez que não se cortou o mal pela raiz, tal praga, continua a minar e a criar uma desconfiança, nunca vista, entre a classe docente.
Se o modelo era mau, uma vez que se chegou a tal conclusão, não deveria continuar e, assim, evitar-se-iam os efeitos devastadores que os seus resultados estão a ter entre os professores.
Senão, vejamos:
Como pode numa escola onde os resultados dos exames do 9º ano foram os melhores do distrito, o director ser avaliado com um bom?
Isto justifica-se, porque os avaliadores do ministério são e medíocres e incompetentes e, já
que se trata de uma cadeia hierárquica, o mal estende-se desde o vértice da pirâmide até à sua base.
Isto é, o ministério dá bom ao seu subordinado, o gestor.
De seguida, o gestor que superintende os docentes da escola, toda aquela cambada(isto é a brincar), vai atribuir-lhe uma classificação superior à sua? E mais, é surrealista: dentro do bom, atribuir, uma nota quantitativa de 8 ou 7, pois todos nós sabemos, que esta distinção vai criar fortes constrangimentos e injustiças.
Gostaria ainda de sublinhar que por muito que se queira depreciar o trabalho dos avaliadores, há que ter em consideração que os mesmos, ainda que ingenuamente, mas cheios de boas intenções, deram o corpo ao manifesto com reuniões, com grelhas e mais grelhas, inúteis, mas fizeram-nas, obedeceram, trabalharam. Pode dizer-se que acabaram grelhados
Resumindo e concluindo:
Depois de finada, a outrora dita ministra da educação, Maria de Lurdes Rodrigues, que colocou as escolas em estado de coma, segue-se-lhe outra, que de educação, só deve conhecer o nome. Mas ela também só faz que faz, quem faz é o chefe.
Coitados dos professores, o que mais lhes havia de acontecer.
Oxalá isto melhore, pois, caso contrário, também acabamos todos grelhados.
Porém, quando se verificou que este modelo de avaliação era injusto, absurdo e, por isso, desajustado ao contexto escolar, dever-se-ia pura e simplesmente eliminá-lo e tentar elaborar um totalmente novo , como aliás, parece estar a fazer-se.
Contudo, as mentes brilhantes do ministério da Educação deste governo e, diga-se de passagem, de alguns professores, principalmente avaliadores, esta verdadeira peste, pior que a peste negra, quando matou milhões de pessoas, esta fobia avaliativa, foi desgraçadamente o que de pior podia acontecer a todos aqueles que, não olhando a meios e sacrifícios, sempre trabalharam e lutaram por uma Escola de sucesso.
Tudo isto foi muito mau para as escolas, porque o mal-estar criado pela tentativa de pôr em prática o dito modelo de avaliação continua, uma vez que não se cortou o mal pela raiz, tal praga, continua a minar e a criar uma desconfiança, nunca vista, entre a classe docente.
Se o modelo era mau, uma vez que se chegou a tal conclusão, não deveria continuar e, assim, evitar-se-iam os efeitos devastadores que os seus resultados estão a ter entre os professores.
Senão, vejamos:
Como pode numa escola onde os resultados dos exames do 9º ano foram os melhores do distrito, o director ser avaliado com um bom?
Isto justifica-se, porque os avaliadores do ministério são e medíocres e incompetentes e, já
que se trata de uma cadeia hierárquica, o mal estende-se desde o vértice da pirâmide até à sua base.
Isto é, o ministério dá bom ao seu subordinado, o gestor.
De seguida, o gestor que superintende os docentes da escola, toda aquela cambada(isto é a brincar), vai atribuir-lhe uma classificação superior à sua? E mais, é surrealista: dentro do bom, atribuir, uma nota quantitativa de 8 ou 7, pois todos nós sabemos, que esta distinção vai criar fortes constrangimentos e injustiças.
Gostaria ainda de sublinhar que por muito que se queira depreciar o trabalho dos avaliadores, há que ter em consideração que os mesmos, ainda que ingenuamente, mas cheios de boas intenções, deram o corpo ao manifesto com reuniões, com grelhas e mais grelhas, inúteis, mas fizeram-nas, obedeceram, trabalharam. Pode dizer-se que acabaram grelhados
Resumindo e concluindo:
Depois de finada, a outrora dita ministra da educação, Maria de Lurdes Rodrigues, que colocou as escolas em estado de coma, segue-se-lhe outra, que de educação, só deve conhecer o nome. Mas ela também só faz que faz, quem faz é o chefe.
Coitados dos professores, o que mais lhes havia de acontecer.
Oxalá isto melhore, pois, caso contrário, também acabamos todos grelhados.
Wednesday, August 12, 2009
Viana em Festa
I
Ó Senhora d`Aginia,
eis o meu amor ardente;
Aos pés de Santa Luzia
me confesso penitente.
II
Ruas de Viana que beleza,
até devoram os corações;
Viana linda princesa,
dos cortejos e procissões.
III
Cantai e dançai vianenses,
expressai vossa alegria;
cantai e dançai de contentes
na Senhora d`Agonia.
IV
O Lima desliza mansamente,
num leito profundo e quedo;
minh`alma pula de contente,
em dias e noites de folguedo.
V
Oh! tanta alegria,
nunca se viu nada igual;
São as festas d`Agonia,
as mais belas de Portugal.
Ó Senhora d`Aginia,
eis o meu amor ardente;
Aos pés de Santa Luzia
me confesso penitente.
II
Ruas de Viana que beleza,
até devoram os corações;
Viana linda princesa,
dos cortejos e procissões.
III
Cantai e dançai vianenses,
expressai vossa alegria;
cantai e dançai de contentes
na Senhora d`Agonia.
IV
O Lima desliza mansamente,
num leito profundo e quedo;
minh`alma pula de contente,
em dias e noites de folguedo.
V
Oh! tanta alegria,
nunca se viu nada igual;
São as festas d`Agonia,
as mais belas de Portugal.
Monday, June 8, 2009
Finalmente amanheceu, pode sorrir.
A vitória do PSD nas eleições para o Parlamento Europeu deram aso a um sem número de comentários, todos eles, tão diversos, quantas as sensibilidades. Uma coisa é certa, o PSD, ganhou estas eleições devido fundamentalmente à campanha fulgurante do Dr. Paulo Rangel, à sua humildade, ao seu trato humano e às propostas por si apresentadas.
O Dr. Paulo Rangel,fez muito bem ao desviar-se do discurso oficial, do bem pensante, da cartilha do governo e, da subserviência que infelizmente, neste momento, praticamente toda a imprensa, salvo raras excepções, caso da TVI e do jornal Público, se comporta perante o governo. Porém o que muitos não sabem ou fingem não saber, é que actualmente, existem condicionalismos e instrumentos, que os meios de comunicação, tanto os escritos como os audio-visuais, que dificilmente são quantificáveis e muito menos controláveis.
Os fazedores de opinião, de modo particular as empresas de sondagens, interrogam-se sobre os motivos pelos quais, as mesmas falharam estrondosamente nas suas previsões.
Aos profissionais, fazedores de opinião, pergunto:
Como foram convocadas as grandes manifestações dos professores? Todos sabemos que houve manifestações que foram convocadas de um dia para outro, pois o telemóvel e as mensagens online, tiveram uma importância decisiva na convocação das mesmas.
Grande parte dos artigos publicados em jornais, que embora de grande referência, mais pareciam de algumas donas de casa que nos diversos fóruns de opinião pública, achavam que o primeiro ministro é um coitadinho atacado por tudo e por todos, não sendo mais do que uma vítima.
Tenho para mim que estas eleições foram ganhas, não só pelos motivos já apontados
( as propostas apresentadas, a humildade, o trato humano do candidato) a prestação desastrosa do Dr. Vital Moreira e sobretudo as mensagens das massas silenciosas, mas eficazes, que todos os dias se movimentavam na internet, dando voz àqueles que, embora descontentes. não tinham outro meio de se exprimir.
Foi, por isso, que no domingo à noite, se abriu uma grande esperança e se despertou de uma longa noite e que muitos, finalmente, puderam sorrir.
O Dr. Paulo Rangel,fez muito bem ao desviar-se do discurso oficial, do bem pensante, da cartilha do governo e, da subserviência que infelizmente, neste momento, praticamente toda a imprensa, salvo raras excepções, caso da TVI e do jornal Público, se comporta perante o governo. Porém o que muitos não sabem ou fingem não saber, é que actualmente, existem condicionalismos e instrumentos, que os meios de comunicação, tanto os escritos como os audio-visuais, que dificilmente são quantificáveis e muito menos controláveis.
Os fazedores de opinião, de modo particular as empresas de sondagens, interrogam-se sobre os motivos pelos quais, as mesmas falharam estrondosamente nas suas previsões.
Aos profissionais, fazedores de opinião, pergunto:
Como foram convocadas as grandes manifestações dos professores? Todos sabemos que houve manifestações que foram convocadas de um dia para outro, pois o telemóvel e as mensagens online, tiveram uma importância decisiva na convocação das mesmas.
Grande parte dos artigos publicados em jornais, que embora de grande referência, mais pareciam de algumas donas de casa que nos diversos fóruns de opinião pública, achavam que o primeiro ministro é um coitadinho atacado por tudo e por todos, não sendo mais do que uma vítima.
Tenho para mim que estas eleições foram ganhas, não só pelos motivos já apontados
( as propostas apresentadas, a humildade, o trato humano do candidato) a prestação desastrosa do Dr. Vital Moreira e sobretudo as mensagens das massas silenciosas, mas eficazes, que todos os dias se movimentavam na internet, dando voz àqueles que, embora descontentes. não tinham outro meio de se exprimir.
Foi, por isso, que no domingo à noite, se abriu uma grande esperança e se despertou de uma longa noite e que muitos, finalmente, puderam sorrir.
Friday, May 1, 2009
Contrastes.
No Jornal de Notícias de 1/05/2009, pág. 10, fala-se do aproveitamento abusivo pelo PS dos meios do Estado, na utilização de imagens, em tempo de antena, com crianças de uma escola de Castelo de Vide a elogiar o computador Magalhães, sem autorização dos pais, o que levou o P.M. a pedir desculpa aos pais, que tal não tinham autorizado. Esta utilização das crianças, comparada com outros abusos deste governo, é uma gota de água no oceano. Como, exemplo, basta-nos apontar o caso da investigação à participação dos professores na recepção, em Fafe, à ministra da Educação, levada a efeito pela inspecção do Ministério da Educação. Esta, de interrogar alunos para denunciar os seus professores, só de um estado estalinista, pois de tal não há memória, nem antes do 25 de Abril.
Por este andar, temos por aí, nas escolas, o trabalho insano e salutar dos inspectores, a indagar junto dos alunos, qual o comportamento dos seus professores, ou seja, do que falam, o que ensinam, por onde andam, as suas companhias, se há comportamentos desviantes, que de algum modo, contrariem as regras ou a ideologia dominante do actual regime.
Porém o que mais nos deixa estupefacto, é a reacção da ministra da educação, falando, como de costume, ex catedra que, " lamentando a violação do direito à protecção de imagem de alunos, exclui qualquer ligação do seu Ministério e a gravação realizada, que diz não ter encomendado". É o costume, tudo que tem aparência de bom, é da responsabilidade do seu ministério, no que toca ao resto, chuta a responsabilidade para os outros.
Por este andar, temos por aí, nas escolas, o trabalho insano e salutar dos inspectores, a indagar junto dos alunos, qual o comportamento dos seus professores, ou seja, do que falam, o que ensinam, por onde andam, as suas companhias, se há comportamentos desviantes, que de algum modo, contrariem as regras ou a ideologia dominante do actual regime.
Porém o que mais nos deixa estupefacto, é a reacção da ministra da educação, falando, como de costume, ex catedra que, " lamentando a violação do direito à protecção de imagem de alunos, exclui qualquer ligação do seu Ministério e a gravação realizada, que diz não ter encomendado". É o costume, tudo que tem aparência de bom, é da responsabilidade do seu ministério, no que toca ao resto, chuta a responsabilidade para os outros.
Friday, March 13, 2009
Como é possível?
O senhor Rui Costa defendeu ontem num programa de televisão a "matreirice" no futebol.
O que ele disse, eu entendi muito bem, pois ao menos, conseguiu colocar a nu a vacuidade da campanha do senhor Rui Santos "Pela verdade desportiva" que só tem sentido na cabeça dele. Mas que verdade desportiva? A dele, quando coloca em causa a honestidade dos outros? Toda a gente de bom senso, sabe, qual é o alvo a atingir, como aliás, já se sabia quando se iniciou o apito dourado. De igual modo, todos sabemos que se o Benfica ganhar, não se fala mais em verdade desportiva. Basta ver o naipe de indivíduos que subscrevem tal petição,na sua grande maioria, benfiquistas ou sportinguistas, salvo raras excepções.
E por falar em benfiquistas e sportinguistas, seria bom que estes tirassem as devidas conclusões do artigo(?) de opinião, a todos os títulos abominável da Senhora Leonor Pinhão em o jornal "A Bola" do dia 12 de Março, onde a dado passo, esta senhora, referindo-se à derrota do Sporting contra o Bayern de Munique, diz: " Desde Vigo que os benfiquistas ansiavam pela resposta".
Bem sei, que a maior parte das coisas que esta senhora escreve, não são de levar a sério, pois já sabemos que ela é forte, na sua imaginação. Contudo, tal ofensa a uma instituição e aos seus adeptos, ultrapassa todos todos os limites possíveis e imaginários do bom senso.
O que ele disse, eu entendi muito bem, pois ao menos, conseguiu colocar a nu a vacuidade da campanha do senhor Rui Santos "Pela verdade desportiva" que só tem sentido na cabeça dele. Mas que verdade desportiva? A dele, quando coloca em causa a honestidade dos outros? Toda a gente de bom senso, sabe, qual é o alvo a atingir, como aliás, já se sabia quando se iniciou o apito dourado. De igual modo, todos sabemos que se o Benfica ganhar, não se fala mais em verdade desportiva. Basta ver o naipe de indivíduos que subscrevem tal petição,na sua grande maioria, benfiquistas ou sportinguistas, salvo raras excepções.
E por falar em benfiquistas e sportinguistas, seria bom que estes tirassem as devidas conclusões do artigo(?) de opinião, a todos os títulos abominável da Senhora Leonor Pinhão em o jornal "A Bola" do dia 12 de Março, onde a dado passo, esta senhora, referindo-se à derrota do Sporting contra o Bayern de Munique, diz: " Desde Vigo que os benfiquistas ansiavam pela resposta".
Bem sei, que a maior parte das coisas que esta senhora escreve, não são de levar a sério, pois já sabemos que ela é forte, na sua imaginação. Contudo, tal ofensa a uma instituição e aos seus adeptos, ultrapassa todos todos os limites possíveis e imaginários do bom senso.
Subscribe to:
Posts (Atom)